Emerson Luccas Doutrina Espirita

Estudo do Espiritismo

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terça-feira, 6 de junho de 2017

A sua estrada

Postado por Emerson Doutrina Espirita às 10:43 Nenhum comentário:
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BOM SENSO

Senso Crítico (raciocínio) - não só visualizar os pontos fracos

Senso Prático (intuição) - adotar procedimentos adequados

Senso de Humor (emocional) - não se aborrecer com as mudanças


Erupção de plasma Solar

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Ensinamento

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Silencio

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SERENIDADE SEMPRE


Todo homem sábio é sereno.

A serenidade é conquista que se consegue a esforço pessoal e passo a passo.

Pequenos desafios que são superados; irritação que se faz controlada; desajustes emocionais corrigidos; vontade bem direcionada; ambição freada, são experiências para a aquisição da serenidade.

Um Espírito sereno, já se encontrou consigo próprio, sabendo o que, exatamente, deseja da vida.

A serenidade harmoniza, exteriorizando-se de forma agradável para os circunstantes.

Inspira confiança, acalma e propõe afeição.

O homem sereno já venceu grande parte da luta.

Que nenhuma agressão exterior te perturbe, levando-te à irritação, ao desequilíbrio.

Mantém-te sereno em todas as realizações.

A tua paz é moeda arduamente conquistada, que não deves atirar fora por motivos irrelevantes.

Os tesouros reais, de alto valor, são aqueles de ordem intima, que ninguém toma, jamais se perdem e sempre seguem com a pessoa.

Tua serenidade, tua gema preciosa.

Diante de quem te enganou, traindo a tua confiança, o teu ideal, ou envolvendo-te em malquerença, mantém-te sereno.

O enganador é quem deve estar inquieto, e não a sua vitima.

Nunca te permitas demonstrar que foste atingido pelo petardo da maldade alheia.

No teu circulo familiar ou social sempre defrontarás com pessoas perturbadas, confusas e agressivas.

Não te desgastes com elas, competindo nas faixas de desequilíbrio em que se fixam.

Constituem teste à tua paciência e serenidade.

Assim, exercita-te com essas situações para, mais seguro, enfrentares os grandes testemunhos e provações do processo evolutivo. Sempre, porém, com serenidade.

Mensagem do Espírito Joanna de Angelis psicografia de Divaldo P. Franco.



Cura Moral dos Encarnados

Revista Espírita Jornal de Estudos psicológicos publicada sobre a direção de Allan Kardec julho de 1865

Muitas vezes vêem-se Espíritos de natureza má ceder muito prontamente sob a influência da moralização e se melhorar. Pode-se agir do mesmo modo sobre os encarnados, mas com muito mais trabalho. Porque a educação moral dos Espíritos desencarnados é mais fácil que a dos encarnados?

Esta pergunta foi motivada pelo seguinte fato. Um jovem cego há doze anos tinha sido recolhido por um Espírito dedicado, que tinha empreendido curá-lo pelo magnetismo, pois os Espíritos haviam dito que era possível. Mas o jovem, em vez de se mostrar reconhecido pela bondade de que era objeto e sem a qual teria ficado sem asilo e sem pão, só teve ingratidão e mau procedimento e deu provas do pior caráter.
Consultado a respeito, respondeu o Espírito de São Luís:

"Esse jovem, como muitos outros, é punido por onde pecou e suporta a pena de sua má conduta.

Sua enfermidade não é incurável, e uma magnetização espiritual, praticada com zelo, devotamento e perseverança, certamente terá êxito, ajudada por um tratamento médico destinado a corrigir seu sangue viciado. Já haveria uma sensível melhora em sua visão, que ainda não está completamente extinta, se os maus fluídos de que está cercado e saturado não opuseram um obstáculo à penetração dos bons fluídos que, de certo modo, são repelidos. No estado em que se encontra, a ação magnética será impotente enquanto, por sua vontade e sua melhora, não se desembaraçar desses fluidos perniciosos.

"É, pois, uma cura moral que se deve obter, antes de buscar a cura física.

Um retorno sério sobre si-mesmo é a única coisa que pode tornar eficazes os cuidados de seu magnetizador, que os bons Espíritos procuram ajudar. Caso contrário deve esperar-se que perca o pouco de luz que lhe resta e novas e muito terríveis provações que terá de sofrer.

"Agi, pois, sobre ele como fazeis com os maus Espíritos desencarnados, que quereis trazer ao bem.

Ele não está sob uma obsessão: é sua natureza que é má e, além disso, perverteu-se no meio onde viveu. Os maus Espíritos que o assediam só são atraídos pela semelhante com o seu-próprio. À medida que se melhora, eles se afastarão. Só então a ação magnética terá todo o seu efeito. Dai-lhe conselhos; explicai-lhe sua posição; que várias pessoas sinceras se unam em pensamento para orar, a fim de atrair para ele influências salutares. Se ele as aproveitar não tardará a lhes experimentar os bons efeitos, porque será recompensado por um mais sensível na sua posição."

Esta instrução nos revela um fato importante, o obstáculo oposto pelo estado moral, em certos casos, à cura dos males físicos. A explicação acima é de uma lógica incontestável, mas não poderia ser compreendida pelos que apenas vêem em toda a parte a ação exclusiva da matéria. No caso de que se trata, a pura moral do paciente encontrou sérias dificuldades; foi o que motivou a pergunta acima, proposta na Sociedade Espírita do Paris.

Seis respostas foram obtidas, todas concordando perfeitamente entre si.

Citaremos apenas duas, para evitar repetições inúteis. Escolhemos aquelas em que a questão é tratada com mais desenvolvimento.

"Como o Espírito desencarnado vê manifestamente o que se passa e os exemplos terríveis da vida, compreende tanto mais rapidamente o que o exortam a crer e a fazer. Por isso não é raro ver Espíritos desencarnados dissertar sabiamente sobre questões que, em vida, estavam longe de as comover.

A adversidade amadurece o pensamento.

Esta expressão é verdadeira sobretudo para as Espíritos desencarnados, que vêem de perto as conseqüências de sua vida passada.

A despreocupação e a idéia preconcebida, ao contrário, triunfam nos Espíritos encarnados; as seduções da vida e, até, os seus erros, dão-lhes uma misantropia ou uma indiferença completa pelos homens e pelas coisas divinas. A carne lhes faz esquecer o Espírito; uns fundamentalmente honestos, fazem o bem evitando o mal, por amor do bem, mas a vida de sua alma é quase nula; outros, ao contrário consideram a vida como uma comédia e esquecem seu papel de homens; outros, enfim, completamente embrutecidos e último degrau da espécie humana, nada vendo além, não pressentindo mesmo nada, entregam-se, como o animal, aos crimes bárbaros e esquecem sua origem.

Assim, uns e outros, pela vida mesma, são arrastados, ao passo que os Espíritos desencarnados vêem, escutam e se arrependem com melhor vontade"

- Lamennais (médium: Sr. A. Didier).

"Quantos problemas e questões a resolver antes que seja realizada a transformação humana conforme as idéias espíritas! A educação dos Espíritos e dos encarnados, do ponto de vista moral, está neste número. Os desencarnados estão desembaraçados da carne não mais lhe sofrem as condições inferiores, ao passo que os homens, encadeiados numa matéria imperiosa do ponto de vista pessoal, se deixam arrastar pelo estado das provas no qual estão metidos. É à diferença dessas diversas situações que se deve atribuir a dificuldade que os Espíritos iniciadores e os homens que têm essa missão experimentam para melhorar rapidamente e, por assim dizer, nalgumas semanas, aqueles homens que lhes são confiados. Ao contrário, os Espíritos aos quais a matéria não mais impõe as suas leis e não mais fornece os meios de satisfazer seus maus apetites, e que, por conseqüência, não tem mais desejos inconfessáveis, são mais aptos a aceitar os conselhos que lhes são dados.

Talvez respondam com esta pergunta que tem a sua importância: Porque não escutam os conselhos de seus guias do espaço e esperam os ensinamentos dos homens? Porque é necessário que os dois mundos visível e invisível, reagem um sobre o outro e que a ação dos humanos seja útil aos que viveram, como a ação da maior parte destes é benéfica aos que vivem entre vós. E uma dupla corrente, uma dupla ação, igualmente satisfatória para esses dois mundos, que estão unidos por tantos laços. Eis o que julgo dever responder à pergunta feita por vosso presidente"


Erasto (médium: Sr. d'Ambel).

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Ser Maior




Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar, porém quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilibrio esta garantido.

Chamalú - Indio Quechua










Sol

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ALLAN KARDEC 1804 - 1869

ALLAN KARDEC 1804 - 1869

CHICO XAVIER 1910 - 2002

CHICO XAVIER 1910 - 2002

Santidade



A santidade não esta na religião.

A santidade esta na ação justa e na coragem de proteger aqueles que não podem defende-se a si mesmo.

E a bondade que Deus deseja esta no pensamento e no coração.

Através do que você decide fazer a cada dia, você será um bom homem ou não.

Desconhecido





O Egoísmo, variações sobre tema relevante.


Nazareno Tourinho

Estamos suficientemente informados, pelos ensinos doutrinários, a respeito da nocividade do egoísmo, causa maior de nosso atraso moral. Em “O Livro dos Espíritos”, Questão 917, quando Allan Kardec perguntou as entidades superiores responsáveis pela sua obra qual o meio de destruir-se o egoísmo, elas, representadas por Fénelon, iniciaram a resposta por um apontamento realista, nestes termos:
“De todas as imperfeições humanas, o egoísmo é a mais difícil de desenraizar-se porque deriva da influência da matéria, influência de que o homem, ainda muito próximo de sua origem, não pode libertar-se e para cujo entretenimemto tudo ocorre suas leis, sua organização social, sua educação”. Comentando este e outros esclarecimentos, o Codificador oferta-nos brilhantes considerações relativas ao assunto, as quais deixamos de reproduzir porque o objetivo da presente crônica não é dissertar em torno do egoísmo na forma habitual; como o seu título indica, buscamos algumas variações sobre o tema.
A primeira que nos ocorre é que o egoísmo se expressa em três formas distintas, ou pelo menos sutilmente diferençadas:-A egolatria ( vaidade)
O egocentrismo (ambição)
E o egotismo (orgulho)

A egolatria, segundo o Novo Dicionário Aurélio, é a adoração de si mesmo, bastante comum nos indivíduos vaidosos.
O egocentrismo, consoante o citado Dicionário, é o defeito daquele que refere tudo no próprio eu, tomado como cento de todo o interesse, fato típico dos ambiciosos.
E o egotismo, conforme o LELO UNIVERSAL, é o sentimento exagerado da própria personalidade, seu valor e seus direitos, traço característico dos orgulhosos.
Vemos assim, como o egoísmo tem colorações diversificadas, mascando nossa inferioridade, e seria deveras interessante notarmos como ele se manifesta dentro do Movimento Espírita...
“Kardec teve inteira razão quando demonstrou a imperiosa necessidade de o egoísmo ser atacado, em sua raiz, pela educação que tende a fazer homens de bem”
Todos trabalhamos com denodo, honestidade e devotamento pelo ideal que abraçamos, mas cada um de nós tem seus pontos fracos, neste ou naquele sentido, porque o velho egoísmo não foi completamente superado, em uma ou outra de suas três ou mais expressões.
Às vezes abrimos mão de elogios alimentadora da vaidade, e de deferências agradáveis ao orgulho, porém não de míseros cruzeiros porque a ambição fala alto quando, por exemplo, efetuamos transações financeiras com organizações doutrinárias exigindo vantagens que elas não podem dar, sob pena de comprometerem suas atividades altruísticas. Inversamente, às vezes assumimos uma postura de mecenas, doando vultuosas somas para iniciativas institucionais meritórias mas reclamando, em contrapartida, reconhecimento, público ou cargo honorífico, porque a vaidade e o orgulho também falam alto.
Como deixar de ouvir tais vozes?...
É aí que entra a sabedoria evangélica, tão desprezada pelo falacioso intelectualismo quando desfigurada pelo tendencioso misticismo. Pois só a firme crença em Deus e o sincero amor ao próximo vivenciado em ações fraternas e generosas serão capazes de nos colocar acima das infantilidades do egoísmo.
Kardec teve inteira razão quando, no comentário a que aludimos linhas atrás, demonstrou a imperiosa necessidade de o egoísmo ser atacado em sua raiz, “pela educação, não por essa educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem”.

Reformador, Maio, 1993 - 138






O problema da fé


Alguns dias antes da prisão do Mestre, os discípulos, nas suas discussões naturais, comentavam o problema da fé, tentando, apressadamente, chegar a um consenso de entendimento.

Como será essa virtude? De que modo conservá-la-emos intacta no coração? - inquiria Levi, com atormentado pensamento.

Tenho a convicção de que somente o homem culto pode conhecer toda a extensão de seus benefícios.

Não tanto assim. - aventava Tiago, seu irmão.

Acredito que basta a nossa vontade, para que a confiança em Deus esteja viva em nós.

Mas a fé será virtude para os que apenas desejam? - perguntava um dos filhos de Zebedeu.

A um canto, como distante daqueles duelos da palavra, Jesus parecia meditar. Em dado instante, solicitado ao esclarecimento, respondeu com suavidade:

A fé pertence, sobretudo, aos que trabalham e confiam. Tê-la no coração é estar sempre pronto para Deus.

Não importam a saúde ou a enfermidade do corpo, não têm significação os infortúnios ou os sucessos felizes da vida material.

A alma fiel trabalha confiante nos desígnios do Pai, que pode dar os bens, retirá-los e restituí-los em tempo oportuno.

Caminha sempre com serenidade e amor, por todas as sendas pelas quais a mão generosa do Senhor a queira conduzir.

Mas, Mestre - redarguiu Levi, em respeitosa atitude – como discernir a vontade de Deus, naquilo que nos acontece?

Tenho observado grande número de criaturas criminosas que atribuem à Providência os seus feitos delituosos e uma legião de pessoas inertes que classificam a preguiça como fatalidade Divina.

Jesus acrescentou:

A vontade de Deus, além da que conhecemos através de Sua lei e de Seus profetas, através do conselho sábio e das inclinações naturais para o bem, é também a que Se manifesta, a cada instante da vida, misturando a alegria com as amarguras.

Concede a doçura ou a retira, para que a criatura possa colher a experiência luminosa no caminho mais espinhoso.

Ter fé, portanto, é ser fiel a Essa vontade, em todas as circunstâncias, executando o bem que Ela nos determina, e seguindo-Lhe o roteiro sagrado, nas menores sinuosidades da estrada que nos compete percorrer.

* * *

Você está sempre pronto para Deus? Reflita por alguns instantes.

Você já consegue compreender os desígnios Divinos, e vê-los como motrizes do amor na Terra?

Jesus deixa claro que a fé pertence, sobretudo, aos que trabalham e confiam.

Aos que fazem a sua parte, que cumprem seu papel no Universo, e ao mesmo tempo têm a certeza de que tudo que acontece será sempre para seu bem.

Aí está a confiança no Criador, nesta Inteligência Suprema do Cosmos.

Caminhar com serenidade é fundamental para o alcance da felicidade sonhada.

Não importa o que nos aconteça, os desígnios do Pai sempre serão bons.

As ações dos homens podem ser infelizes, cruéis, mas estando todas elas supervisionadas pelo Amor de Deus, sempre nos alcançarão com o intuito maior de nos fazer crescer – seja pelo amor, ou pelo sofrer.

Trabalhemos e confiemos!


Redação do Momento Espírita com base no cap. 28, do livro Boa nova, pelo Espírito Humberto de Campos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.










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